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Short Stay é nova modalidade de rentabilizar a locação de imóveis

Estilo de vida e necessidades trazem mais flexibilidade nos contratos de locação

Ao mencionar locação de imóvel, automaticamente vem à mente o contrato prolongado. É comum acertar entre as partes contratos que duram no mínimo 12 meses. Essa cultura está mudando e, agora, proprietários de imóveis podem optar pelo Short Stay, ou seja, hospedagem curta e rápida.

“Neste modelo de locação os inquilinos não são vistos como tal, mas como hóspedes, que formalizam sua vontade ou necessidade de pagar por diárias em um período de estadia breve, a partir de 15 dias”, explica a corretora de imóveis Cristiane Souza (foto).

A corretora de imóveis Cristiane Souza está apostando nas tendências como o short stay no mercado para rentabilizar imóveis de clientela

A corretora refere-se a situações como a necessidade de realização de um concurso ou um tratamento médico, que pode durar apenas 15 dias ou um pouco mais de tempo, que não seja um ano, por exemplo. “O locatário não tem certeza de quando tempo vai precisar ficar na cidade. Ficaria caro para ele alugar uma residência e, mais ainda, pagar pela hospedagem em hotéis”, diz Cristiane.

Outra mudança de mentalidade é a dos millenials, que é a geração que está hoje com 20 até 35 anos. Esta faixa etária busca mais experiências de vida e liberdade que a estabilidade. Então, é característica desta geração morar em diferentes imóveis, conforme sua vontade e fase da vida.

Os imóveis mais procurados neste sistema são os apartamentos pequenos com um ou dois dormitórios e lofts, com funcionalidades como co-working, academia e proximidade de todos os serviços essenciais. Vale considerar também a região da cidade, que tem mais procura e rotatividade dos espaços disponíveis para locação.

Mercado aquecido em Curitiba para short stay

O mercado em Curitiba é excelente para o negócio de hospedagens rápidas, pois temos uma alta demanda e uma oferta muito pequena desse tipo de empreendimento imobiliário. “Temos em Curitiba empreendimentos que estão sendo construídos para suprir essa demanda, para o final de 2024 ou 2025”, diz Cristiane Souza.

O retorno do investidor vai depender de dois fatores: primeiro, a ocupação deste imóvel e, segundo, se ele vai contratar uma administradora para fazer a gestão do espaço – ofertando enxoval básico de roupas de cama, itens de cozinha, limpeza, inventário de objetos – para o hóspede só chegar e se instalar, além da divulgação e pagamento de taxas. Qualquer pessoa, contando com assessoria de corretor de imóveis, pode investir nessa modalidade.

O retorno do imóvel preparado para short stay pode ser de 1% do investimento com a nova modalidade, contra 0,4% de uma locação comum, por contrato prolongado. “O proprietário também tem um giro mais rápido. É o caso também de pessoas que possuem trabalhos temporários ou aquelas famílias que precisam sair do imóvel porque venderam e o novo dono vai entrar. Não há sentido em comprar outro imóvel às pressas ou alugar um por um ano completo”, finaliza Cristiane Souza.

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